Formações já realizadas

Áreas
 
Comunicação em Saúde   Intervenções e resultados
Doença Crónica e Cuidados Paliativos   Produção e transferência de conhecimento
Emergência e Cuidados Intensivos   Qualidade e segurança
English for researchers   Saúde Comunitária
Espiritualidade e Saúde   Saúde da Família
Ética e Legislação   Saúde Infantil
     
     
 
 
 
Atendimento, comunicação e acolhimento de utente / família
Esta formação visa criar uma oportunidade para que Assistentes Técnicos de Saúde (isto é, Assistentes Operacionais, Administrativos ou outros) aprofundem os seus conhecimentos e habilidades para o desenvolvimento de competências comunicacionais que facilitam o diálogo, o atendimento e o acolhimento presencial ou telefónico a utentes/famílias no contexto de saúde.
 
Comunicação com Utente e Família
Esta formação visa criar uma oportunidade para que Assistentes Técnicos de Saúde (isto é, Assistentes Operacionais ou Administrativos) aprofundem os seus conhecimentos e habilidades para o desenvolvimento de competências comunicacionais que facilitam o diálogo e a interação entre os próprios e os utentes/famílias e outros colaboradores/profissionais no contexto de saúde.
 
 
 
 
Comunicação em Cuidados Paliativos
A comunicação é uma das ferramentas chave para a qualidade dos cuidados aos doentes, com especial relevância em Cuidados Paliativos. Constantemente se realizam estudos que concluem sobre a necessidade de melhor preparação dos profissionais da saúde para a especificidade da comunicação em fim de vida. Através desta formação, com uma grande componente prática, além de aprofundar os seus conhecimentos sobre os princípios básicos da comunicação em cuidados paliativos, os formando desenvolverão capacidades de comunicação no âmbito dos cuidados paliativos, para uma abordagem eficaz das situações mais problemáticas.
 
Pain management in palliative care
Na formação "Pain management in palliative care" pretende-se criar oportunidades para os estudantes refletirem/adquirirem conhecimentos e competências na gestão da dor em cuidados paliativos através da utilização de instrumentos de avaliação e intervenções no tratamento, considerando a área disciplinar em que atuem.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Espiritualidade e Saúde
 
Capacitação dos Profissionais de Saúde para a Gestão da Esperança
A esperança é um elemento importante na vida humana, assim como é depreendido como uma vivência altamente personalizada e subjetiva, sobretudo em contextos de adversidade, dos quais o sofrimento e a incerteza inerente aos processos experienciais que acarreta a doença e/ou a morte. 
 
A formação “Capacitação dos Profissionais de Saúde para a Gestão da Esperança” pretende promover o desenvolvimento de competências nos profissionais de saúde para a promoção da esperança com intencionalidade terapêutica. O conhecimento científico disponível acerca deste conceito abrange um envolvimento de saberes empíricos com carater multidisciplinar, explorado em profundidade, quer no âmbito da investigação, quer no da reflexão sobre a sua transferência nas áreas da saúde e da sociedade em geral.
 
 
 
 
4. Emergência e Cuidados Intensivos
4.1. Suporte Básico de Vida com DAE - Prof. Saúde
O Curso de Suporte Básico de Vida (SBV) com Desfibrilhação Automática Externa  da American Heart Association é desenvolvido para profissionais de saúde que intervêm nas situações de paragem cardio-respiratória (PCR), ou de outras emergências cardiovasculares e foca-se na importância do SBV e das compressões de alta qualidade, no domínio da cadeia de sobrevivência e no uso de DAEs com segurança.
 
4.2. Suporte Básico de Vida com DAE – Leigos
Socorrer precocemente alguém é uma intervenção vital antes da chegada da Equipa de Emergência Médica, o que torna a formação em Suporte Básico de vida (SBV) um imperativo cívico essencial, porque todos podemos ajudar a salvar mais vidas!
 
4.3. Primeiros Socorros
Os acidentes e as doenças súbitas, são uma realidade presente e que podem acontecer em qualquer contexto e a forma mais eficaz de eliminar ou reduzir as sequelas nas vítimas é a eficácia do primeiro socorro. Socorrer precocemente alguém é uma intervenção vital antes da chegada da Equipa de Emergência Médica.
 
4.4. Suporte Básico de Vida
O Suporte Básico de Vida (SBV) é um conjunto de procedimentos que permitem manter a circulação e ventilação da vítima, mas que, apesar de extremamente simples, necessitam de ser conhecidos e apreendidos, de modo a que possam ser realizados com êxito. O seu objetivo é prevenir lesões dos órgãos vitais, tais como o cérebro e o coração, o que torna a formação em (SBV) um imperativo cívico essencial, porque todos podemos ajudar a salvar mais vidas!
 
4.5. Suporte Básico de Vida e Primeiros Socorros Pediátricos
Os acidentes são a maior causa de morte nas crianças em Portugal. O primeiro socorro permite preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento da criança.
 
4.6. Atualização em Ventilação Mecânica (invasiva e não invasiva)
Os doentes com insuficiência respiratória crónica e agudizada constituem um problema grave de saúde e podem necessitar de suporte ventilatório mecânico (invasivo e/ou não invasivo). A manutenção da oxigenação e/ou da ventilação artificial  até que estes sejam capazes em reassumi-las sem suporte, é essencial para a sua sobrevida.
 
4.7. Prevenção das infeções associadas aos cuidados de saúde (IACS) através da aplicação das Precauções Básicas do Controlo da Infeção (PBCI) 
Adquirir conhecimentos sobre a prevenção das infeções associadas aos cuidados de saúde através da aplicação das Precauções Básicas do Controlo da Infeção
 
4.8. Atualização em Nutrição Entérica e Parentérica no doente crítico
Nos doentes críticos aliado à variabilidade diagnóstica e ao seu estado hipermetabólico e catabólico, verifica-se um agravamento do seu estado nutricional. O suporte nutricional é essencial, onde a seleção de nutrição via entérica e/ou parentérica torna-se essencial para atingir mais precocemente os objetivos nutricionais.
 
4.9. Atualização da abordagem integrada à vítima de trauma - da avaliação à intervenção
Atualização de conhecimentos sobre a abordagem integrada da vítima de trauma
 
4.10. Resposta integrada em Catástrofe
Adquirir conhecimentos sobre a resposta integrada em catástrofe
 
5. English for researchers 
5.1. Intermediate Academic English
English is increasingly important for study in higher education in Portugal. Many text books, academic articles and other resources are written in English; some lectures (especially those with Erasmus students) and many conferences are given in English, and sometimes it is necessary for students to write papers and give presentations in English too.
Academic English is not the same as general English. It’s much more formal, characterised by specific types of vocabulary, grammar and organisation. Language is more precise, complex and objective; the writer has the responsibility to demonstrate evidence for arguments with reference to work done, and to use language to assess this work (through a technique called hedging). Most of all, academic English is based on critical thinking, rather than personal opinion.
5.2. English for researchers 1
It is increasingly important to publish in international newspapers or magazines. However, for researchers who are not English native-speakers (and even some who are), the quality of written work  in English is one of the major reasons why papers are rejected (Wallwork 2016, Kourilova 1998). The problems are not only syntax and lexis, but also to do with cultural aspects of organization and content. Writing research papers or articles in English for international journals requires a high level of English proficiency, as well as an in-depth knowledge of conventions and standards of English writing of research papers or articles.
However, researchers tend to ignore their problems in English, either because they have little confidence in their abilities, or because they believe they are less important than the science they investigate (Huang, 2010).
Although academic papers require specific vocabulary, organization and style, the specific vocabulary is usually quite accessible and subject to international standards. By paying attention to specific rules of syntax and organization, it is possible for non-native English speakers to significantly improve their writing in a comparatively short time and achieve more success in international publications, which is so important for their academic careers.
6. Ética e Legislação
6.1. Ética de Enfermagem
Esta unidade curricular pressupõe conhecimentos básicos de bioética e a deontologia profissional de enfermagem.
A reflexão sobre ética é feita no quadro de referência adotada, em que se assume que cabe à ética a análise dos fundamentos das normas deontológicas e se exprime através destas. 
Neste contexto, espera-se que os estudantes desenvolvam o pensamento autónomo e crítico sobre as questões éticas da profissão, reconhecendo o lugar dos princípios e valores éticos na decisão clínica.
 
6.2. Direito da Saúde
Com esta formação em Direito da Saúde, que se situa sobretudo no domínio da análise da normas jurídicas do Direito da Saúde e na discussão destes contúdos normativos em ligação aos princípios que os informam, pretende-se que o estudante desenvolva competências de interpretação da lei no sentido da sua aplicação ao exercício de enfermagem. 
O formando envolver-se-á na abordagem dos conteúdos com vista a uma apropriação crítica dos diversos normativos do Direito da Saúde e desenvolverá a interpretação jurídica de um modo sistémico através da análise crítica fundamentada.
 
7. Intervenções e resultados
7.1. Workshop Avanços translacionais em neurociência e reabilitação
O aparecimento das mais recentes técnicas de registo e estimulação do tecido nervoso levou a uma enorme evolução no conhecimento dos mecanismos neurofisiológicos subjacentes a múltiplos processos sensoriais, motores, cognitivos e viscerais que ocorrem no ser humano. No seguimento destes avanços está a surgir toda uma nova gama de ferramentas em reabilitação que tiram partido de alguns destes mecanismos para potenciar a plasticidade do cérebro. Por exemplo, alguns destes mais recentes avanços permitiram já a recuperação do controlo motor em casos de Parkinsonismo e o restabelecimento parcial da mobilidade e sensibilidade em sujeitos com lesões completas da medula espinhal. Dada a sua novidade e complexidade, muitos destes métodos de estudo e intervenção ainda não fazem parte do curriculum escolar dos cursos de saúde ou mesmo das especialidades em reabilitação. Uma vez que algumas destas novas tecnologias já começam a ser comercializadas, surge então a necessidade de realizar uma formação que permita aos profissionais da equipa de saúde: primeiro, ganhar contacto com estes avanços e, segundo; discutir as implicações dos mesmos para a sua prática quotidiana. Note-se que, uma vez que estes campos do conhecimento tendem a quebrar as fronteiras entre a enfermagem de reabilitação, de neurologia, e de saúde mental torna-se premente discutir quais são as implicações destes mesmos avanços para o campo da enfermagem. Assim, é necessário reflectir acerca das intervenções de enfermagem que podem surgir nestas situações e, além disso, prever quais serão algumas das novas intervenções de enfermagem que poderão/deverão ser desenvolvidas. Neste sentido, as sessões consistirão sempre numa exposição de um conjunto de estudos com avanços ou potenciais avanços clínicos, seguida da identificação e discussão em pequenos grupos das intervenções de enfermagem associadas. Também será discutida a possibilidade de criação de novas intervenções de enfermagem que se adequem a estas novas situações. Pretende-se assim, que os profissionais de saúde não só tenham contato com estes novos avanços, mas que comecem a desenvolver planos de ação para os mesmos.
A formação em Avanços translacionais em neurociência e reabilitação insere-se no projeto educativo do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa, que vem agora acrescentar à oferta formativa já existente relacionada com esta área científica, um espaço de exposição dos últimos avanços em neurociências e das suas implicações para a enfermagem de reabilitação. Este curso visa dar aos enfermeiros e outros interessados, conhecimentos aprofundados sobre alguns dos últimos avanços em neurociências que têm consequências diretas para a reabilitação neurológica. Além disso, devido à sua forte componente de discussão, pretende-se que esta formação prepare os profissionais para conhecerem linhas gerais de ação em pessoas que utilizem interfaces cérebro-máquina naquele que já foi definido como o século do cérebro (1).
 
Yuste R. e Church G.M. Scientific American 310, 38 - 45 (2014).
 
8. Produção e transferência de conhecimento
8.1. Escrever e Publicar em Enfermagem
A escrita científica integra o processo de investigação e é imprescindível para a transferência do conhecimento. 
Com esta formação pretende-se criar oportunidades de desenvolvimento dos enfermeiros em processos de formação académica, que precisam comunicar os resultados dos seus estudos e/ou apresentar relatórios de investigação, sob diferentes formatos, desde um breve relatório de progresso a uma Tese de Doutoramento.
8.2. Análise de dados com SPSS
O curso tem como objetivo desenvolver competências no domínio da recolha e tratamento de dados com recurso ao software SPSS, desenvolver capacidades de análise/escolha dos testes estatísticos adequados aos dados em estudo e interpretação/apresentação dos dados de uma investigação. 
 
8.3. Conceção de Projetos de Investigação em Enfermagem
Esta formação destina-se a enfermeiros que pretendam adquirir e/ou aprofundar os seus conhecimentos e capacidades para a conceção de trabalhos de investigação científica.
 
9. Qualidade e segurança
9.1. Patient Safety
Walter Sermeus, coordenador do projeto RN4Cast faz seminário sobre Patient Safety no âmbito do curso de doutoramento em enfermagem.
 
9.2. Supervisão e tutoria clínica
O acompanhamento de estudantes de enfermagem em contexto clínico e/ou em orientação tutorial, exige o desenvolvimento de competências específicas direcionadas à otimização da aprendizagem em contexto real. Nesse sentido, a Supervisão Clínica é entendida como um processo formal de sustentação da prática, em que um profissional experiente apoia, orienta e aconselha um formando na construção do seu conhecimento, promovendo a aquisição ou o aperfeiçoamento de competências.
10. Saúde Comunitária
10.1. Modelo de Avaliação, Intervenção e Empoderamento Comunitário (MAIEC) - A comunidade como cliente dos enfermeiros
A comunidade como alvo dos cuidados dos enfermeiros tem necessidades diferentes das identificadas nos indivíduos e famílias.  O MAIEC,  permite uma abordagem da comunidade como cliente e tem uma matriz de decisão clínica que desde a atividade de diagnóstico à avaliação de resultados orienta o cuidado de enfermagem para a comunidade orientado pelo Empoderamento Comunitário como processo e como resultado, sendo por isso um potencial modelo de referência em áreas como a Saúde Escolar,  a Saúde Publica, a Saúde no Trabalho ou mesmo para a abordagem do Hospital como uma comunidade na resolução dos seus problemas.
10.2. Estudos Epidemiológicos
A Epidemiologia e o método que lhe subjaz devem constituir, nas palavras da Organização Mundial da Saúde, uma competência básica e não uma tarefa adicional na prática diária do profissional da saúde. Deve tornar-se-lhe como que um inconsciente de rotina.
Este curso visa sensibilizar os profissionais para a importância da epidemiologia e desenvolver as suas competências de análise e investigação utilizando o método epidemiológico na prática clínica.
10.3. Epidemiologia Básica - Curso de Curta Duração
A Epidemiologia e o método que lhe subjaz devem constituir, nas palavras da Organização Mundial da Saúde, uma competência básica e não uma tarefa adicional na prática diária do profissional da saúde. Deve tornar-se-lhe como que um inconsciente de rotina. Este curso visa sensibilizar os profissionais para a importância da epidemiologia e desenvolver as suas competências de análise e investigação utilizando o método epidemiológico na prática clínica.
10.4. Indicadores de Enfermagem: Quedas e Úlceras de Pressão
As Quedas e as Úlceras de Pressão são fenómenos muito prevalentes na população clinicamente fragilizada e/ou contextualmente vulnerável. A Enfermagem, que toma por foco de ação as respostas humanas (intencionais e não intencionais) à doença e aos processos de vida, assume a responsabilidade por diagnosticar, prescrever e intervir face a estes problemas, traduzindo a avaliação da sua ação através de indicadores sensíveis aos seus cuidados.
10.5. Regresso a casa
O número de pessoas idosas com alterações funcionais devido a patologias crónicas, incuráveis e degenerativas têm tendência a aumentar o que aponta para a crescente necessidade de cuidados informais assegurados, sobretudo, por membros da família prestadores de cuidados.
10.6. Saúde Escolar - dos diagnósticos aos resultados
A saúde escolar é um contexto de intervenção que exige uma tomada de decisão clínica avançada dos enfermeiros e permite ganhos em saúde sensíveis aos cuidados de enfermagem que se apresentam como indicadores de resultado contratualizáveis. Nesta formação abordaremos a tomada de decisão clínica dos enfermeiros em saúde escolar integrada nas políticas de saúde em geral e de saúde escolar em específico.
10.7. Autogestão da Doença Crónica
Graças aos progressos da ciência e da tecnologia a esperança média de vida tem vindo a aumentar, significativamente, contribuindo para associar o envelhecimento à doença crónica. Todavia, a adaptação e a mudança de comportamento são processos complexos, influenciados por diversos fatores e que requerem uma intervenção personalizada e contínua.
10.8. Vulnerabilidade e Cuidado
11. Saúde da Família
11.1. Instrumentos de avaliação Familiar e Decisão Clínica em Enfermagem
A Família como cliente dos cuidados dos enfermeiros, pressupõe uma avaliação rigorosa e objetiva que possa contribuir para a atividade diagnóstica e intervenções dos Enfermeiros.
Com esta formação, pretende-se desenvolver competências para utilizar instrumentos de avaliação familiar na tomada de decisão clínica em Enfermagem.
12. Saúde Infantil
12. Saúde Infantil
12.1. Curso de atualização em Pediatria